Entrando pelo cano
Há quinze anos, o então estudante Vladislav Djakov começou a construir estas pequenas criaturas microeletromecânicas, que imitam os enxames de insetos encontrados na natureza.
Equipados com fonte de energia própria, inteligência artificial esistemas de monitoramento, os microrrobôs seriam suficientemente pequenos para transportar materiais e vasculhar locais de difícil acesso, como tubulações de transporte de líquidos e gases na estação espacial.
Eles inicialmente serviriam para monitorar alterações na temperatura ou no escoamento, alertando sobre avarias iminentes.
Para fazer mover os insetos-robôs, os cientistas cobriram uma das faces do corpo do robô - essencialmente um microchip - com pequenos braços, inspirados nos cílios usados por algumas criaturas do fundo do mar para se movimentar.

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